O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outros líderes mundiais condenaram neste domingo (26/04) a tentativa de ataque ao jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, na noite deste sábado (25/04), com a presença do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Portando uma espingarda, pistola e várias facas, um homem entrou disparando no hotel Hilton de Washington e foi detido pelo Serviço Secreto que evacuou o local, retirando às pressas do local o presidente norte-americano e  a primeira-dama, Melania Trump, além de membros do governo. Um agente do Serviço Secreto dos Estados Unidos foi atingido, mas passa bem.

Após o ataque, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva postou uma mensagem repudiando o episódio nas redes sociais. “Minha solidariedade ao presidente Donald Trump, à primeira-dama Melania Trump e a todos os presentes no jantar com correspondentes em Washington”.

“O Brasil repudia veementemente o ataque de ontem à noite. A violência política é uma afronta aos valores democráticos que todos devemos proteger”, afirmou o líder brasileiro.

‘Alívio’

Além de Lula, vários líderes se manifestaram em apoio a Trump. A presidente mexicana Claudia Sheinbaum se disse aliviada por “Trump e sua esposa estarem sãos e salvos”. O premiê indiano Narendra Modi enviou “os melhores votos de segurança e bem-estar” para o casal, ressaltando que “a violência não tem lugar em uma democracia e deve ser condenada inequivocamente”.

Já o presidente turco, Recep Tayyip Erdogan, afirmou que “em democracias, as lutas são travadas com ideias; não há lugar para qualquer forma de violência”. Em Israel, o premiê Benjamin Netanyahu mencionou que ele e sua esposa, Sara, ficaram “chocados com a tentativa de assassinato” de Trump.

Na Europa, Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, conversou com Trump e Melania por telefone neste domingo (26/04). “A violência não tem lugar na política”, salientou.

O presidente francês, Emmanuel Macron, denunciou o ataque como “inaceitável” e expressou “seu total apoio” a Trump. A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, também manifestou “total solidariedade e sincera compaixão” e acrescentou: “não permitiremos que o fanatismo envenene os espaços para o livre debate e informação”.

O chanceler alemão, Friedrich Merz, lamentou o episódio: “tomamos nossas decisões por voto majoritário, não pela força das armas”. Já o premiê britânico, Keir Starmer, afirmou ter ficado “chocado” e disse estar “aliviado” por Trump e os demais presentes estarem em segurança.

‘Lobo solitário’

Após os disparos, a foto do suspeito atirador, deitado de bruços, foi estampada nas redes sociais de Trump que o chamou de “louco” e “lobo solitário”. O agressor foi identificado pela imprensa norte-americana como Cole Tomas Allen, residente nos subúrbios de Los Angeles, na Califórnia, e seria professor.

Ele deverá comparecer ao tribunal nesta segunda-feira (27/04) onde será acusado, segundo as autoridades, de porte ilegal de arma de fogo e agressão. Segundo Los Angeles Times, o suspeito não tinha filiação partidária.

Sua identidade ainda não foi publicamente confirmada, mas a NBC News conversou com um ex-colega seu, que o descreveu como “quase um gênio” e “super estável”, além de uma “pessoa gentil”.

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